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Balanço de Temporada – Bandarilheiros

  • 2017-11-02 22:38
  • Autor: Solange Pinto


Porque 'há toureiros de prata que valem ouro...'

Utilizo o mesmo pensamento de sempre, no início destes balanços… Há toureiros de prata que valem ouro e nas arenas, quer lusas, quer dos restantes países taurinos, há bandarilheiros portugueses a dar nas vistas…

Tanto assim é, que surgem junto das mais destacadas figuras do panorama taurino internacional…

Depois dos já ‘requisitados’ Grenho, Diogo Vicente, Mário Figueiredo, Hugo Silva, Joaquim Oliveira e Tiago Santos, foi a vez de se internacionalizarem, Filipe Gravito e Ricardo Raimundo.

Do valor acrescido destes toureiros, ninguém duvidará e a prová-lo, o facto de terem dado nas vistas junto de nomes de postín.

Recordo-me, aquando da feitura deste balanço, de um momento especialmente marcante e no orgulho que senti, num jovem, cujo sonho inicial era outro… Tiago Santos, por vicissitudes de uma actuação de Andy Cartagena, viu-se indigitado, portanto, escolhido, para matar um toiro de Canas de Vigouroux, imagine-se, em Ronda… De espada em punho, eis que o matou! E bem…

Mas cá, terra de muitos e valorosos toureiros de prata, é difícil eleger um, talvez dois dos melhores…

Vejamos. No sector dos ‘palos’ e da classe que sim, um bandarilheiro pode ter a bandarilhar, surge-me de imediato um nome: João Ferreira. Tem a dita classe, marca quando pisa a arena, reúne com verdade e crava de alto a baixo. Sempre que bandarilhou, nunca esteve mal, estando sim, quase sempre muito bem.

Como subalternos, destacamos a veterania de Curro, a grande evolução de António Telles Bastos, a eficiência de Manuel dos Santos 'Becas', Duarte Alegrete e João Prates ‘Belmonte’, a experiência de Nuno Oliveira e a classe de David Antunes e João Pedro 'Açoreano'.

Segue a confiança, de que uma figura do toureio, também o é, pela ‘importância da colaboração’ da sua quadrilha…