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António Prates trouxe luz ao Festival de Homenagem a Moita Flores

  • 2018-09-02 10:34
  • Autor: António Carneiro
  • Autor da Foto: António Carneiro


A Praça de Touros da Aldeia da Luz, recebeu este sábado, um festival taurino, de jovens promessas, de Homenagem ao Dr. Moita Flores.
Um festival interessante e com muitos detalhes...
CRÓNICA DO FESTIVAL
GALERIA FOTOGRÁFICA

No dia 1 de Setembro na Aldeia da Luz, realizou-se um Festival Taurino de Homenagem ao Dr. Moita Flores, grande amigo da terra,  que também liderou o processo de transição das memórias deste povo quando a aldeia foi ocupada pelas águas da barragem do Alqueva.

O público aderiu e permitiu que a bancada estivesse com cerca de três quartos da sua lotação.

Estiveram em praça os cavaleiros praticantes, António Prates e António Núncio, e o novilheiro João Silva “Juanito”, perante astados da ganadaria Murteira Grave bem apresentados.

Para as pegas estiveram em praças, os Amadores de Évora e da Povoa de S. Miguel.

António Prates teve duas lides agradáveis, compreendendo bem as dificuldades dos oponentes que tinha pela frente, mas por vezes impunha velocidade a mais na montada, o que o prejudicava no momento da cravagem. Terminou em alta e levou emoção as bancadas, no que culminou na atribuição do prémio para a melhor lide.

António Núncio, na sua primeira lide teve pela frente um astado que logo de início se refugiava em tábuas e não conseguiu dar-lhe a volta, na sua segunda lide esteve melhor mas já com pouca luz, o que prejudicou a lide.

João Silva “Juanito”, andou elegante diante do primeiro novilho. Realizou a faena com ligação e bom gosto.
Toureou pelos dois pitons com firmeza, sereno e templado.
 No seu segundo, fez o possível, pois como adiantado da hora e iluminação insuficiente para executar a lide, uma vez que a escuridão e muitas sombras acabaram por prejudicar o seu labor.

Pelos Amadores de Évora pegaram, João Maria Caeiro ao primeiro intento, o que lhe valeu o prémio para a melhor pega, e Fábio Cabeçana à quarta tentativa.

Os Amadores da Póvoa de S. Miguel tiveram mais dificuldades nas pegas, tendo só pegado por Ruben Torrado à quarta e depois Fábio Madeira à sua segunda tentativa depois de dobrar Fábio Limpo que tinha realizado duas tentativas antes de se lesionar.

Dirigiu o espectáculo o Sr. Agostinho Borges com alguma benevolência, pois permitiu que a corrida continua-se mesmo sendo notória a falta de luz na praça, o que prejudicou o espetáculo e pôs em perigo os seus intervenientes.

O cornetim de serviço foi o Gonçalo Lúcio e abrilhantou o festival a Banda Municipal Mouranense.

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