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Associação de Forcados afirma que não tem conhecimento de investigações do Ministério Público

  • 2018-11-06 14:37


Contactada pelo TouroeOuro, a Associação Nacional de Grupos de Forcados (ANGF), e questionada se teria a mesma conhecimento do processo referido na notícia e de que forma comentavam esta investigação, a Direcção da ANGF decidiu explanar em quatro pontos a notícia exclusiva do TouroeOuro, que dá conta de um processo de investigação, movido por um cabo de um Grupo de Forcados, dando conta de irregularidades no seio da ANGF.

  1. A ANGF lamenta a vossa postura neste processo, uma vez que apenas foi contactada por vós após o lançamento desta notícia. Tal comportamento da vossa parte é deontologicamente censurável, para não lhe aplicar outro rótulo.
    Ou seja, os senhores não aplicaram o direito ao contraditório antes de publicarem a notícia em causa, como qualquer jornalista que se preze deveria fazer, ignorando assim as mais básicas regras da deontologia jornalística.

  2. A Direcção da ANGF não tem conhecimento de qualquer processo contra si instaurado, o que por si é normal. Como os senhores deveriam saber, se foi apresentada alguma queixa ou denúncia contra a ANGF no passado dia 2 de Novembro, primeiro o Ministério Público tem de apurar se existem indícios da prática de algum ilícito ou não. Só após análise dos elementos apresentados na denúncia (que a ANGF desconhece quais sejam), é que o Ministério Público decidirá se promove a investigação abrindo um inquérito, e nesse caso notificará a ANGF para ao abrigo do direito ao contraditório esta prestar os esclarecimentos que entender.

  3. Desde que foi fundada, a ANGF sempre pautou a sua actividade pela correcção e pela aplicação dos princípios da boa fé em nome da defesa da figura do Forcado Amador, pelo que, aguardará serenamente pelo desenvolvimento normal deste processo, prestando a quem de direito todos os esclarecimentos necessários, estando confiante num desfecho positivo, uma vez que no desempenho da sua missão nunca cometeu qualquer ilícito ou acto que possa ser censurável aos olhos da Lei.

  4. Mais informa a Direcção da ANGF, que desde a sua fundação em 2002, já foram intentadas contra si várias acções judiciais, que resultaram todas na absolvição da ANGF, nunca se tendo provado que tenha existido qualquer ilícito na sua conduta na prossecução dos fins para que foi criada. Também, a ANGF, já interpôs ações Judicias contra outros que resultaram, nesses casos a favor desta Associação, tendo sido dado como provados aos factos que a ANGF apresentou em tribunal.

          A Direção da ANGF

          José Fernando Potier

          José Luís Gomes

          Tiago Prestes.

Este é um assunto a que o TouroeOuro regressará ao longo do dia, acompanhando todos os detalhes e desenvolvimentos de uma tema que marcará a actualidade informativa no sector da tauromaquia.

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