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Redondo - Mais do mesmo, até na última...

  • 2019-11-02 20:47
  • Autor: Solange Pinto
  • Autor da Foto: João Dinis


Realizou-se hoje à tarde, no Coliseu de Redondo, a última corrida do ano 2019, com cartel composto pelos cavaleiros João Ribeiro Telles, Miguel Moura e Luís Rouxinol Júnior, estando as pegas a cargo dos Grupos de Forcados Amadores do Ribatejo, Arronches e Redondo.
À arena saíram touros da ganadaria de Passanha Sobral, contando o tauródromo com uma lotação preenchida que rondou os dois terços de entrada.
CRÓNICA DA CORRIDA
GALERIA FOTOGRÁFICA
ASSIM ACOMPANHAMOS EM DIRECTO

O cartel estava rematado e prova disso, além do naipe de artistas, foi o trapio do curro enviado pela ganadaria de Passanha Sobral. Ainda assim, o público acorreu ao Coliseu de Redondo, em número comedido, ou seja, dois terços de lotação.

Arranjemos portanto, desculpas para… Tempo invernoso, pouco convidativo a grandes passeios; e como principal concorrente, uma Golegã já em plena actividade.

Eu, que sou má língua, tenho ‘cá para mim’, que enquanto os cavaleiros não nos mostrarem nada de novo, o entusiasmo é o que se viu no Redondo. Tudo a meias tintas, tudo e todos a acautelarem a inexistência de pertardos e por isso, ficámos todos com a horrível sensação, que não se passou nadinha de que nos lembremos mais tarde… Mas, pense-se que o público tem memória e mais, memória selectiva… e sobre isto, é tudo!

A corrida foi ritmada e isso sim, foi bom. Menos de duas horas e meia de duração, sem tempos mortos e ainda houve tempo, para o intervalo da praxe.

João Ribeiro Telles, Miguel Moura e Luís Rouxinol Júnior foram os cavaleiros elencados…

João Telles, tinha a responsabilidade de abrir praça. Fê-lo com regularidade e apenas isso, embora com ligeiro tom crescente. No segundo, houve um pouco mais de intermitência, numa prestação com dois ferros a cargo do cavalo-estrela, Ilusionista, dos quais se destaca o segundo.

Miguel Moura protagonizou os mais aflitos momentos do espectáculo, no que às lides equestres concerne. Bem a receber o primeiro do seu lote, com o primeiro comprido cravado em sorte de gaiola. Depois de cravado o segundo, a sua montada escorregou, caindo ao solo, sendo que o touro carregou sobre a montada e o cavaleiro. Tudo terminou bem, mas, o percalço marcou um antes e um depois. A seguir e já nos curtos, Miguel apenas cumpriu de forma aligeirada.

Luís Rouxinol Júnior, viu na primeira actuação, aquela em que se destacaria. Depois dos compridos, montou o Douro e com ele, já se sabe, deu primazia à brega ladeada.

Na sua segunda prestação, mais inconstante, apenas cumpriu, sem alardes de triunfo, numa função brindada a toda a sua equipa.

As pegas da tarde, estiveram por conta de três grupos de forcados: Ribatejo, Arronches e Redondo.

Pelos do Ribatejo, foram na linha da frente, Rafael Costa, numa efectivação ao primeiro intento e André Laranjinha, ao segundo.

Pelos alentejanos de Arronches, foram caras, Luís Marques e Rodrigo Abreu, em consumações à primeira tentativa.

Pelo Grupo da ‘casa’, ou seja, Redondo, pegaram Jorge Gato, ao primeiro intento e Joaquim Ramalho, à sua primeira tentativa, dobrando as três de Luís Feiteirona, saído da arena com uma fractura exposta na perna.

À arena saiu um curro de toiros de Passanha Sobral, com excelência na apresentação exibida, havendo entre os seis exemplares, dissemelhantes comportamentos, sendo que na generalidade, a tónica foi a mobilidade e o facto de se ‘deixarem’ lidar…

O espectáculo foi dirigido com acerto, pelo Delegado Técnico Tauromáquico, Agostinho Borges, assessorado pela médica veterinária, Ana Gomes.

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