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EXCLUSIVO TOUROEOURO - Casa Pia reage ao processo de insolvência e venda da Sociedade Campo Pequeno

  • 2020-02-14 17:34


A Casa Pia de Lisboa, proprietária da Praça de Touros do Campo Pequeno, que nos últimos seis anos tem estado envolta num moroso e agora suspeito processo de insolvência, reagiu em Exclusivo ao TouroeOuro às últimas notícias vindas a público, sobre o processo de venda da Sociedade de Renovação Urbano do Campo Pequeno (SRUCP), nomeadamente às informações que davam conta de que teria havido uma alteração relativamente ao número de espectáculos tauromáquicos contratualizados entre a empresa e a proprietária do imóvel.

Fonte oficial da Casa Pia de Lisboa salienta que “a Casa Pia de Lisboa, I.P. é proprietária da Praça de Toiros do Campo Pequeno. Contudo, a exploração deste imóvel, desde sempre, foi concedida a terceiros, mediante a celebração de contratos de concessão”, acrescentando ainda que “o contrato de concessão da exploração da Praça de Touros do Campo Pequeno atualmente em vigor foi precedido da realização de um concurso público após o qual foi celebrada a escritura pública em 1985 que foi, posteriormente, alterada em 1998.”

Segundo a mesma fonte, “o contrato actualmente em vigor e válido até 2096 prevê, entre outros a realização de espetáculos tauromáquicos”.

De acordo com a Casa Pia, o contrato assinado em 1998, entre a família Borges, na altura associados a Goes Ferreira é ainda o que prevalece actualmente, pelo que o número de espectáculos obrigatórios continua a ser de 20, ainda que nos últimos anos possa ter havido um “entendimento não contratualizado” para a realização de um menor número de espectáculo, em virtude do processo de insolvência e revitalização da empresa, facto esse não confirmado pela proprietária da Praça de Touros lisboeta.

Ainda assim, louva-se o facto de finalmente a Casa Pia de Lisboa, a pedido do TouroeOuro, vir a público esclarecer que o contrato vigente contempla a realização de espectáculos tauromáquicos, o que contraria as erróneas informações trazidas a público recentemente por algumas pessoas do meio taurino.

No entanto é de salientar, que durante o processo de venda da Sociedade, as informações prestadas aos interessados na aquisição da mesma possam ter sido diferentes das contratualizadas entre a Casa Pia e a SRUCP, facto a que a Casa Pia poderá ser alheia.

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