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Opinião d'Ouro - Esta é a nossa casa e a casa onde os holofotes brilham

  • 2020-03-02 23:04
  • Autor: Solange Pinto


"A desinformação é perigosa e tudo o que por aí há, são suposições, com zero trabalho de investigação… Covões não é o bicho papão e tudo o que disse, é que não é promotor de corridas e que o seu negócio é a música. Pronto, a maltinha dos touros ‘desenfriou-se’ em concluir que não daria ali corridas. Mais, o pessoal dos touros, conclui muita coisa errada e não sabe de nada, alvitra!.."

‘Esta é a nossa casa…’, mensagem transmitida no último dia do mês de Fevereiro de 2020, num dia absolutamente histórico para a tauromaquia lusa.

Finalmente a Prótoiro conseguiu juntar os portugueses aficionados em torno de um objectivo comum, a existência da festa que amamos e cuja permanência, tem de ser uma certeza e não um susto constante…

A terceira edição deste certame, foi um sucesso maior que qualquer outra iniciativa similar já levada a efeito pela Federação e porquê? Porque a Festa sente-se agora mais que nunca, em perigo, fazendo acordar todos os que até aqui dormiam sobre o assunto…

Desculpem o chavão, desculpem a prepotência, desculpem tudo o que possa não cair da melhor forma, mas temos de o dizer… tinhamos razão, sempre a tivemos! A Prótoiro, não podia agir sozinha, precisava não só do contributo financeiro dos agentes da Festa, mas precisava, mas precisou sempre, que todos esses agentes dessem a cara por esta causa, de forma absolutamente activa…

Acordaram e bolas, foi preciso ver a ‘joia da coroa’ a ‘peligrar’… Bolas, porque não o fizeram antes e porque continuam sem respostas, casos como o de Viana do Castelo, Póvoa de Varzim e Setúbal? Estas casas não eram nossas?

Entendo a importância do Campo Pequeno e isso já lá vamos, mas e estas três pobres coitadas? O que foi feito e ninguém sabe? Digam a verdade, ou digam qualquer mentira… Houve processos? Se sim em que fase estão? O que se recuperará? Ou nunca se recuperarão? Sabemos da relevância do Campo Pequeno, mas, e as pequenotas? Onde a Festa tem identidade, tem valor e história?

Esquecido o assunto? Ou faz parte das tais estratégias ocultas?

O Campo Pequeno foi abençoado pelo estatuto do ‘demasiado visível’ e por isso, viu e diga-se, de forma emblemática, o opoio de todos. E as outras? Não eram suficientemente importantes? Não eram tema de conversa? Não eram posto de trabalho para muitos? Não eram de facto e também as casas dos toureiros, forcados e ganadeiros?

Ai ai ai… A Prótoiro esteve bem no ‘Dia da Tauromaquia’, mas e o resto? Não dizemos por dizer, dizemos porque é importante, porque é pertinente e o objectivo por muito que o pensem as cabeças sujas, é alertar mentalidades… A tauromaquia e os seus agentes, têm que estar concertados.

Adiante…

Ontem viveu-se um dia emotivo e não me venham com histórias! O dia de ontem teve dois marcos e ponto!

Um deles foi o ‘casão’ registado no Festival, com ambiente e entrega por parte de todos, incluindo, do público e o outro, a manifestação de coesão por parte dos agentes da Festa e a importante mensagem passada.

Agora vamos lá ser francos!

Políticos ali presentes? Quem estava? Ah pois é!

E mesmo os tais que se dizem ao lado da tauromaquia e que a usam como eventual trampolim e caça ao voto? Chega disto! Onde estavam esses?

Não estavam!

Estavamos nós, estão os do costume e não estou a colocar valor diminuido a isto. Estou sim a dizer, que contamos conosco e só e não vale a pena demagogia bacoca e torno de fantasias infundadas…

A Prótoiro, deve e pode ter acções importantes em todas as áreas, sem se imiscuir noutras… A defesa da festa sim! Divugação em plataformas adequadas, sim! Monopolização da informação passada e tentar substituir-se aos órgãos de comunicação, não!!!

Nós e os nossos pares, existiremos sempre… fica a nossa mensagem também!

A desinformação é perigosa e tudo o que por aí há, são suposições, com zero trabalho de investigação… Covões não é o bicho papão e tudo o que disse, é que não é promotor de corridas e que o seu negócio é a música. Pronto, a maltinha dos touros ‘desenfriou-se’ em concluir que não daria ali corridas. Mais, o pessoal dos touros, conclui muita coisa errada e não sabe de nada, alvitra!

É hora de, não atacar tudo e todos, é hora de parar para pensar que o problema não é o Covões, são as damas da vida, as damas de saltos altos que, afinal, de amor à festa tnham pouco e tinham apenas e só, um grande fetiche à luminosidade dos holofotes quando incidem nas lantejoulas…   

Esta é a nossa casa e a casa onde os holofotes brilharam sempre muito nos fatos reluzentes...

 

 

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