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Empresários ignoram APET e apresentam plano de contingência para a realização de espectáculos tauromáquicos individualmente

  • 2020-05-22 11:35


As associações taurinas estão verdadeiramente “de costas viradas” para os seus representados, sendo que depois do “movimento dos cavaleiros”, segue-se agora um “movimento de empresários”, que ao não se sentir representado está a apresentar junto das autoridades, e de modo individual, planos de contingência para a realização de espectáculos tauromáquicos, nas praças que gerem.

De acordo com o que o TouroeOuro apurou, deram entrada na Inspecção Geral das Actividades Culturais (IGAC), alguns planos para a realização de corridas de touros, a partir do mês de Junho, de pelo menos, quatro empresários, que gerem diversas praças em Portugal.

Sabe o TouroeOuro, que muitos desses planos contemplam cerca de 50% da lotação das praças, uso obrigatório de máscaras para espectadores e toureiros, forcados e intervenientes não actuantes, medida da temperatura à entrada do tauródromo, bem como a distribuição de álcool gel em todo o recinto.

Um dos empresários, conta mesmo com o forte apoio de uma autarquia, com quem se encontra a trabalhar, de modo a poder realizar espectáculos tauromáquicos no concelho, que pode mesmo ser um dos primeiros a receber um espectáculo taurino em Portugal, no pós covid-19.

Segundo apurámos a IGAC encontra-se a trabalhar em parceria com a Direcção Geral de Saúde, de modo a chegar a um entendimento quanto à realização de espectáculos tauromáquicos, que tudo indica, se possam realizar com alguma normalidade a partir de Agosto / Setembro.

Apesar da Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos (APET), tem constituído um grupo de trabalho, muitos dos empresários não são contactados sequer, sobretudo através de diversos grupos na rede de comunicação WhatsApp, facto que está a dividir a classe, que não se revê neste trabalho desenvolvido.

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