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Arquitectura das Praças de Touros levou DGS a reduzir lotação nos espectáculos tauromáquicos

  • 2020-06-22 22:24


Espaçamento entre filas levou a que autoridades efectuem uma redução significativa do número de lugares

A orientação hoje apresentada pela Direcção Geral de Saúde (DGS) e pela Inspecção Geral das Actividades Culturais (IGAC), com as medidas para os Espetáculos Tauromáquicos no âmbito da Pandemia COVID-19, que lançou o pânico entre os empresários, ao apresentar uma lotação permitida bastante abaixo para os espectáculos tauromáquicos do que para os restantes espectáculos culturais, e que em alguns casos apenas permite uma lotação entre os 20 a 30%, teve como factor decisivo a arquitectura das Praças de Touros.

De acordo com o que o TouroeOuro apurou, a DGS entende que ao ter lugares marcados no cimento, o distanciamento social não é tão efectivo como em lugares fixos com cadeiras, pelo que entende que deixar uma fila vaga, como emana a directiva, que refere que “deve ser garantida a distância de um metro entre cada lugar a ocupar (exceto se coabitantes), na mesma fila, e a existência de uma fila de intervalo (sem ocupação)”, garante maior segurança aos espectadores.

Ainda assim, existem algumas praças onde os lugares são marcados por cadeiras, devendo ser essas, e somente essas, que vão poder ter uma lotação aproximada aos 50%, isto depois de uma revisão ao documento, que tudo indica, possa vir a acontecer até ao final da semana.

Esta decisão da DGS confirma uma notícia anteriormente publicada pelo TouroeOuro, onde dávamos conta de que a antiguidade da maioria das Praças de Touros e os Forcados (únicos artistas que vão ser obrigados a apresentar um teste com menos de 24 horas), eram os principais problemas no entendimento da autoridade de saúde pública portuguesa para o desconfinamento da tauromaquia.

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