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Prótoiro acusa PAN de mentir quanto aos apoios públicos à tauromaquia

  • 2020-07-07 14:26


Colete Encarnado, Barrancos e Touradas à Corda dos Açores poderão estar em risco

A tauromaquia volta uma vez mais a ser tema de discussão na Assembleia da República, sendo que desta feita, a debate irá a questão dos financiamentos públicos aos espectáculos taurinos e/ou festas populares também dedicadas à tauromaquia.

A Prótoiro insurge-se contra o debate do tema e mais, contra as 'mentiras' anunciadas pelos partidos que envergam a bandeira constante da abolição das 'touradas'.

A plataforma de defesa da festa, diz 'A Tauromaquia é das poucas áreas culturais que vivem da bilheteira, ao contrário da maioria das outras formas de cultura dependentes de apoios públicos. Não somos contra o financiamento do Estado às atividades culturais. Bem pelo contrário. Essa é a obrigação constitucional do Estado: promover o acesso à Cultura a todos os cidadãos. Mais, a tauromaquia é tutelada pelo ministério da Cultura e, por isso, qualquer apoio seria absolutamente legítimo', acrescentando ainda Hélder Milheiro que 'não existe nenhum programa de apoio à tauromaquia no Ministério da Cultura ou do Estado central, existindo uma situação de discriminação em relação às demais áreas culturais. Por exemplo o apoio para o cinema e audiovisual em 2020 tem um valor de 22,7 milhões de euros. O programa de apoios às artes (2020-2021) tem uma dotação de 18,6 milhões. A Tauromaquia tem zero!'.

O Secretário-Geral da Prótoiro, reforça que muitos dos apoios públicos são vocacionados para eventos de tauromaquia popular, como festas populares e outras manifestações artísticas que vão muito para além da tauromaquia, acrescentando ainda que 'se estes projectos fossem aprovados muitas das maiores festas populares de Portugal desapareceriam. O Colete Encarnado de Vila Franca de Xira, as Festas do Barrete Verde de Alcochete, as Festas da Moita, as festas de Barrancos, a Vaca das Cordas de Ponte de Lima, as Touradas à Corda dos Açores, as Capeias Arraianas do Sabugal'.

No escrito enviado às redacções, a Prótoiro desconstrói os argumentos nos apoios evocados no que concerne a benefícios fiscais, apoios europeus, corridas televisionadas pela RTP e apoios municipais, rematando a defesa do tema, com 'estes projetos são inconstitucionais, discriminatórios e atentatórios dos mais elementares direitos dos cidadãos, em particular dos 3 milhões de portugueses que se afirmam aficionados, e das obrigações constitucionais do Estado. Estes projetos já foram repetidamente chumbados nas últimas sessões legislativas e acreditamos que os deputados saberão, uma vez mais, defender a cultura, legalidade e a liberdade de todos os portugueses'.

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