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Barquinha - A realeza das boas lides...

  • 2020-09-13 02:05
  • Autor: Solange Pinto
  • Autor da Foto: João Dinis


Em noite típica de Verão, realizou-se na noite se Sábado, na Praça de Touros de Vila Nova da Barquinha, uma Corrida de Touros Real, com as presenças dos cavaleiros João Moura, Luís Rouxinol e Marco José, estando as pegas a cargo dos Grupos de Forcados Amadores de Tomar e Coruche.
Excelente entrada de público dentro das ‘balizas’ impostas pela DGS, sendo que se lidou um curro de toiros da ganadaria Monte Cadema.
CRÓNICA DA CORRIDA
GALERIA FOTOGRÁFICA
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Anunciava-se como Corrida Real e assim foi, Real porque contou com a ilustre presença de Dom Duarte Pio de Bragança, presente de resto na arena, com toda a família, de forma a Homengear o Marquês de Rio Maior.
As homenagens não ficaram por aqui. Assinalado foi também o 25º aniversário de alternativa de Marco José.

Boa afluência de público, não quantificada oficialmente, mas bem comprovável a 'olho nú', cumprindo-se a rigor, todas as regras impostas pelas autoridades para a realização de espectáculos tauromáquicos.

Abriu praça o cavaleiro João Moura, naquela que era a sua primeira corrida na presente temporada.
O Maestro de Monforte, esteve francamente bem nas suas duas actuações, exibindo-se em distintos estilos, mas sempre fiél ao seu cunho artístico. Duas lides 'limpas' de toques, com correcção na escolha de terrenos e sobretudo, com detalhes que fizeram a diferença. Especial destaque para a segunda actuação, com ferros de nota importante.
Bem montado, revitalizado e a provar que os 'grandes', passe o que passe, jamais deixarão de o ser.

Luís Rouxinol enfrentou-se com um lote distinto em qualidade. O seu primeiro, foi o mais complicadote de todo o festejo e aquele que na realidade pedia conhecimentos a quem com ele se defrontasse. Encontrou por diante um toureiro que não se deixa 'ficar', dando ao oponente a lide adequada.
Frente ao segundo, protagonizou muito boa actuação, montando o Douro. Com ele bregou de forma ajustada, cravou com rigor e rematou com vistosidade. Terminou com um bom par de bandarilhas.

Marco José estava hoje em clima de festa e pese embora não estar tão 'plazeado', levou a efeito uma primeira actuação de timbre correcto.
Frente ao segundo e repetindo o Girassol, lidou de menos a mais, deixando um palmo e violino de muito boa nota e que por serem bem rematados lhe conferiram vistosidade, muito aplaudida pelo público. Antes havia andado em tom mais morno, consentindo aliás, um forte toque na montada de início de curtos.

Nota para o facto, de cavaleiros e forcados terem brindado à Casa Real, num gesto de agradecimento e tributo por quem nunca se negou aficionado.

O curro de toiros de Monte Cadema, semelhante em trapio, adequado à tipologia do tauródromo em questão, serviu na generalidade, destacando-se pela negativa, o segundo da ordem, lidado por Luís Rouxinol.

As pegas da noite foram efectivadas por dois Grupos de Forcados. Amadores de Tomar e Coruche.

Pelos mais antigos em praça, Tomar, foram na linha da frente, João Branco, efectivando ao segundo intento; Hélder Parker, cabo da referida formação, ao primeiro excelente intento e, Joel Santos, também à primeira tentativa.

Pelos de Coruche, pegaram de caras, João Prates, à segunda tentativa; Fábio Casinhas, ao primeiro intento e, António Tomás, à primeira tentativa.

O festejo foi dirigido pelo Delegado Técnico Tauromáquico José Soares, assessorado pelo médico veterinário, José Luís Cruz.

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