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Novilhada da Moita - Destaca-se Filipe Martinho

  • 2020-10-25 21:22
  • Autor: Solange Pinto
  • Autor da Foto: João Dinis


O mau tempo afastou o público da novilhada agendada para hoje na Praça de Touros Daniel do Nascimento, na Moita.
Ainda assim, foi por diante, um espectáculo onde actuaram os jovens alunos das escolas de tauromaquia da Moita, Badajoz e Vila Franca, com reses de diversas ganadarias.
CRÓNICA DA NOVILHADA
GALERIA FOTOGRÁFICA

Cerca das 13 horas, ninguém acreditaria poder haver o espectáculo agendado para a tarde de Domingo, na Praça de Touros Daniel do Nascimento e a verdade, é que sim, houve.
Chuva, muita chuva, mas sobretudo, sonhos, muitos sonhos e ficamos com a segunda premissa desta história, cuja análise, resulta sempre muito mais aliviada que a força do querer, muito mais aliviada que as arestas a limar e muito desprovida de comparações entre jovens com o mesmo desejo de vida e a mesma afición.
O que importa, foi que lá estiveram, voltarão a estar, nestes ou noutros palcos, com chuva, sem chuva, mas com o tal sonho na bagagem, esse sim, o que comandará o verdadeiro futuro, deles, e nosso...

A dita água que caiu do céu e molhou a terra, inviabilizou as actuações equestres e que estariam por conta dos ginetes Diogo Oliveira e João Dias. Assim sendo, também não houve forcadagem (Aposento da Moita), numa decisão acertada face às condições da arena. 

O público que esteve, terá dado por bem empregue a tarde, que embora fria e húmida, foi recheada de pormenores. 

O espectáculo dirigido pelo Delegado Técnico Tauromáquico João Cantinho, assessorado pelo médico veterinário Carlos Santos, contou assim, com a lide de reses de Eng. Jorge de Carvalho, Calejo Pires, Falé Filipe, Palha e Canas Vigouroux (dois exemplares), sendo esta a ordem com que sairam à arena, com destino às exibições de Paula Santos, Yeray Gomez, Filipe Martinho, Duarte Silva e os bezerristas Carlos Apolinário e João Mateus. Actuou ainda um segundo aluno da Escola de Toureio de Badajoz, cujo nome não foi anunciado.

Sem desprimor a nenhum dos actuantes, a verdade é que, o maior destaque da tarde foi para o jovem aluno da Escola Taurina da Moita, Filipe Martinho.
Bem de capote, muito bem em bandarilhas e muito solvente na muleta, numa função completa e diante de um novilho de Palha.
O jovem tem conhecimentos, tem argumentos, tem valor e sobretudo tem sentido toureiro em conta, peso e medida, sem espantadas de medo e alardes de vedeta. 

Por entre os muitos bandarilheiros que marcaram presença na Moita, destaca-se um bom par de bandarilhas de Jorge Alegrias.

O futuro da Festa passa por espectáculos como estes, sendo que o público pode e deve apoiar estes acontecimentos, sob pena de aqui, poder estar a tão-só, a existência da Festa dos Toiros.

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