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“Alteração da lotação para 50% irá permitir repartir a sobrevivência do sector…”, afirma Ricardo Levesinho aos deputados na Assembleia da República

  • 2021-03-24 14:34


Ricardo Levesinho, Presidente da Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos (APET), foi a par de Nuno Pardal outros dos intervenientes do sector tauromáquico ouvidos na  audição promovida pela  Comissão de Cultura e Comunicação do Parlamento português na sequência do requerimento apresentado pelo Grupo Parlamentar do PSD, sobre as respostas e medidas destinadas a proteger o sector cultural e criativo, onde num curto espaço de tempo apresentou algumas das medidas que seriam fundamentais para o desconfinamento do espectáculo tauromáquico.

Ricardo Levesinho, que além de Presidente da APET é também empresário de diversas praças do país, referiu que em 2020 ficou comprovado que a cultura é segura, e que a tauromaquia foi prova disso, não se registando qualquer surto proveniente das corridas realizadas, por isso seria fundamental em 2021 “a alteração das limitações de lotação no sector para 50%, para que possa ser possível repartir a sobrevivência do sector…”, referiu, salientando que será também fundamental a alteração dos horários a partir de 19 de Abril, que limitam até às 13 horas a realização de espectáculos culturais, o que impende a realização de corridas de touros.

O empresário salientou também que da tauromaquia dependem muitas famílias, bem como a receita de algumas Misericórdias e Instituições de Solidariedade Social, que recebem as rendas dos tauródromos de que são proprietárias.

Recorde-se que com as actuais medidas da Direcção Geral de Saúde, as praças podem ter cerca de 30 a 40% da sua lotação ocupada, o que levou a que muitos empresários não realizassem espectáculos por considerarem que a lotação não cobria a totalidade dos custos do mesmo.

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