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Balanço da Temporada - Imprensa

  • 2022-12-10 10:06
  • Autor: Solange Pinto


Em Portugal e em muitas 'matérias', reina o amadorismo e é nele e por ele, o amadorismo, que brotam os problemas como se fossem cogumelos.

Ora são 'eles', os amadores, a dizer que não concordam com a publicação de colhidas; ora são eles a montar rebeliões porque não fotografam da e na trincheira; ora são eles a querer furar as regras, pedindo senhas aos artistas ou forcados e a fotografar escondidos nos burladeros; ora são eles que ameaçam criar associações (provavelmente de amadores...); ora são eles a fingir que sabem o que é jornalismo...

Pois é e tudo isto, elevado ao expoente máximo nesta temporada, porque a IGAC resolveu mudar as regras a meio do 'jogo', que é como quem diz, da temporada.

Vamos por partes.

Se concordamos que os captadores de imagens não tenham lugar na trincheira? Não. Não concordamos, pela razão que está por trás da decisão levada a efeito pela IGAC e que se escuda na segurança, mas que na verdade não é mais que ir 'tapando' a visibilidade na tauromaquia. Pois bem, a segurança ou falta dela, não está ponderada de forma razoável e houve claras incongruências ao longo da temporada que provaram que a decisão foi estapafurdia, furada na cara das inspencções e até mesmo, pouco defendida/fiscalizada pelos Directores de Corrida.

Mas...

Concordar ou não é uma coisa. Ser conivente com a trapacisse que muitos fotógrafos levaram a efeito e até os empresários, artistas e forcados, é outra.

Mas afinal de que reclamam os captadores de imagens? Um bom fotojornalista, quando é bom arranja motivos de reportagem em qualquer lado, até do telhado do Campo Pequeno. Ou na verdade reclamam da falta de importância e menos destaque que é estar numa bancada?
E mais, que orgãos de comunicação representam alguns deles?
Um órgão de comunicação é muito mais que publicar imagens, sem textos, sem avançar notícias, sem linha editorial...

Mas não são culpados sozinhos. Os agentes taurinos também gostam que assim seja, porque nenhum, mas rigorosamente nenhum se insurgiu contra as novas regras da IGAC.
Estão bem sem critica, sem beliscadelas ao ego, mas também e assim sendo, sem exaltação do triunfo!

Tendo tudo isto em conta, de comunicação, em Portugal, há muito pouco.
Com total mérito pela persistência e um 'mercado' distinto, o eterno Novo Burladero. No campo da Internet e além deste órgão, o Infocul e o tão ousado, irreverente e 'esquisito' Farpas.

E nada mais positivamente falando.

Negativamente, surge o Tauronews, como a maior vergonha no sector do jornalismo e de valores como a isenção, idoneidade, profissionalismo e topo da cadeia no que é um conflito de interesses, apenas só possível num país como Portugal, no linear do terceiro mundismo, onde todos compactuam com o que se quer dessa estrutura: um controlo total de todos os sectores.

 

 

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