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Segredos d’Ouro – A última semana taurina…

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By Solange Pinto on 29 de Abril, 2026 Destaques, Noticias
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A vida é feita de erros, acertos, passos à frente e passos atrás se esta for uma atitude inteligente, mas, falo de erros.

Coisa diferente é falar de encomendas tão pouco discretas quem nem ridículas chegam a ser. São tremendamente nojentas, de baixo nível e colocam aquilo que deveria ser o papel da imprensa, no mais abjeto canal de esgoto.

Falo da campanha feita contra a corrida de Alcácer do Sal. Na mesma semana, um blog (a que chamar imprensa é cada vez mais abusivo) disse que tinha que limpar a cambada. Clarifique-se. A cambada era José Maria Charraz. Diziam-se coisas como por exemplo, que a empresa até ali concessionária do tauródromo alcaçarense, tinha interposto uma “providência cautelar” de modo a travar a realização do espetáculo. Afinal não. Afinal foi outro qualquer organizador de corridas, que “orgulhosamente” reivindicou o ataque…

Uns dias depois do ato “CORAJOSO’ de colocar esta qualquer coisa a lume, eis que a história muda vertiginosamente e a cambada mudou de outfit e em vez de ser Charraz, passou a ser o mandante da primeira notícia. Mas está tudo bem?

Se questionam a salubridade mental de Donald Trump, eu aqui arriscaria fazer o mesmo. E até pelos mesmos motivos. O que move um e outro? Dinheiro. No caso do primeiro, dinheiro aos montes. No caso do segundo, dinheiro para o pão.

Tiro o chapéu ao elegante comunicado de José Maria Charraz colocando os pontos nos is… mas conheço o meio e não foi isto, que mudou o rumo da história… Ora pense-se no imput dado pelos artistas ao espectáculo em causa e ao quão mal terão lidado com a tentativa de o denegrir. Fácil tirar conclusões.

Pois bem. Diria que Alcácer descobriu a fórmula. Bilhetes financeiramente alcançáveis, uma causa que a todos tocou e um naipe de atuantes com alicerces e aliciantes em boa proporção. Esta corrida, pode e deve servir de mote a toda uma tauromaquia que urge pensar. A Charraz apenas uma dica para melhorar e outra para evoluir. A saber: um bom staff de forma a que as pessoas estejam bem sentadas. Houve público que pura e simplesmente não conseguiu ver Rui Fernandes. Uns porque não entraram a tempo e outros, porque tinham toneladas de pessoas a quem os porteiros deixavam entrar sem verem o seu “buraquinho” para se sentarem e por isso, ficaram uma lide inteira em pé, à frente de quem já estava sentado. A segunda dica, tem a ver com a grandiosidade que há que dar à tauromaquia e todas as oportunidades são poucas… A causa estava ganha. Os detratores eram fracos e os impulsionadores fortes. No entanto e precisamente pelo sucesso que se adivinhava, impunha-se uma divulgação em prol da “boa imagem” que a tauromaquia pode e deve ter.

Exemplo contrário foi precisamente a transmissão da corrida de Alter. O facto de ser abortada a meio pela intempérie, disso, ninguém tem culpa e não é caso inédito. Aliás, pedido de desculpas de Américo Rolo, oportuno e que nem sequer tinha de o fazer. Mas, Alter ficou nas bocas do “mundo” pela horrível, deprimente e amadora transmissão televisiva pelo Canal OneToro. O que foi exatamente aquilo? Feito com um telemóvel de 1914? Com um router de internet daqueles que não captam sinal? Jesus. Mas ninguém acautelou o que era absolutamente pensável? E os comentários? Três hipóteses. Espanhol, português ou calados, porque da maneira que foi, não. Portunhol não é opção.

Criou um reboliço e atenção que a má-língua não é nossa. Circulem pelas redes sociais e vejam o que se diz. O que se disse e a péssima impressão que ficou de um trabalho mau de verdade e segunda consta, é uma corrida às reclamações.

E não sabem as pessoas que, aquele serviço, além de estar acessível quando subscrito, foi também patrocinado por “todos nós”. Até eu que não vi, paguei com os meus impostos. Entenderam?

Mas alguém entende que a Onetoro não transmita ou transmita muito raramente corridas de rejoneo em Espanha e venha a Alter fazê-lo? Para quem ver? Bem, arrisco em dizer: o que é que isso interessa se o negocio que dava dinheiro, já estava concretizado. Boa Mira! Outro triunfo, só que não!

Isto tudo… na última semana! Isto tudo, numa só semana!

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