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Balanço da Temporada - Forcados

  • 2019-12-09 22:15


São ainda e sempre, um dos símbolos maiores da tauromaquia, em Portugal.

As jaquetas, de cores dissemelhantes, carregam consigo, toda uma história e carga emocional, que é, a ‘olho nu’, difícil de explicar, sendo quiçá, muito mais fácil sentir…

Em Portugal, os forcados amadores, sobretudo quando falamos dos grupos de maior prestígio, são os grandes motores de ‘bancada’, sendo indiscutível, a sua ‘força taquillera’.

Quando se falam dos melhores grupos em praça, ocorre-me a solidez do Grupo de Forcados Amadores de Alcochete, num ‘todo’ que faz a diferença. Obviamente, que, é apropriada menção mais que honrosa, aos Grupos de Santarém, Vila Franca, Lisboa e claro, Montemor, que este ano, comemorou, nada mais, nada menos, que oitenta anos, liderando o sector das efemérides, onde a mais sonante, ficou marcada pela comemoração do 75º aniversário de fundação, do Grupo de Forcados Amadores de Lisboa.

É desta lendária formação, que veio um não menos lendário forcado. Com mais de sessenta anos, voltou a vestir a jaqueta, levando a cabo uma pega, tendo como palco, o Campo Pequeno. Falamos de José Luís Gomes, do Grupo de Lisboa e da corrida onde em solitário, se encerraram com seis touros.

Pese embora tudo isto e de todas e muitas valorosas pegas da temporada 2019, tenho que referir o forcado do momento, do ano, desta temporada e de muitas outras anteriores e talvez, de épocas vindouras. Francisco Borges, do Grupo de Forcados Amadores de Montemor, é agora e mais que nunca, um forcado à antiga, pela forma como põe toda a praça consigo durante um cite, pela forma como a sua presença é bonita sem exageros, pela forma como bate as palmas, como anda, como reúne e como sai da cara do toiro…

Não se poderia deixar de frisar, a expressividade da despedida do mais que efectivo forcado João Machacaz e a despedida do cabo Márcio Chapa, da Tertúlia Tauromáquica do Montijo, bem como a despedida de Marco Jesus dos Forcados Amadores de Tomar.

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