Um órgão de comunicação, não pode, mas muito mais importante, não deve emitir qualquer tipo de opinião em tempos de eleições.
Enganem-se aqueles que pensam que vamos “meter o pé na poça” e que vamos desenvolver aqui um terrível papel de influencers nesta matéria ou em qualquer outra.
O que sim quero e posso dizer, é que a época é de escolha e mesmo tratando-se de eleições lights pelo papel que desempenha em Portugal a figura do Presidente da República, a verdade é que nesta ocasião se “joga” muito.
E a escolha sobre o nosso futuro, não podemos deixar para os outros. Temos de ser nós e só nós, nem tão-pouco, deixar que sejam esses tais “outros” a dar-nos volta à cabeça, dizendo aquilo em que devemos acreditar.
Falei anteriormente da nossa vida, da vida de cada um de nós… Mas e na tauromaquia? O que mexe? O que tiver de ser e não importa, desde que não deixem entrar as politiquices. Da última vez que o fizeram declaradamente, fizeram-no optando por um partido moribundo e que perdeu rapidamente o “posto parlamentar”. Mas repito, não importa. Esses também tinham lugar na tauromaquia, só não eram “exclusivos”. Todos têm o direito de ser aficionados. Os de esquerda, direita ou os “assim-assim”…
Deixem-se de colar a cultura e a Festa dos Toiros a um grupo sectorial porque não é verdade que assim seja.
Não façam como os novos gestores de tauródromos que convidam agora para os seus eventos o órgão de comunicação do Mira. Ah, lapso meu, afinal não é um órgão de comunicação porque essa coisa de ser órgão de comunicação está afeta a compromissos, obrigações e regras. E assim, as redes sociais, são mais libertas e despojadas de tudo isso…
Pois bem, só não esperem que aqui os “pacóvios” escrevam uma linha desses eventos. É pó Mira, é pó Miraaaaaa…. Mas a crítica, é para os sérios. Ou seja, para nós!
Boa temporada a todos e se forem ESPERTOS, sem politiquices.
